terça-feira, 11 de dezembro de 2012

A ALEGORIA DO PÃO QUE O DIABO AMASSOU


                           A ALEGORIA DO PÃO QUE O DIABO AMASSOU 

    -Existia, num passado distante, um homem que tinha por oficio ser padeiro, este tinha um filho ao qual amava muito, este homem possuía uma receita de um pão, que tinha um ingrediente puro e que  dava ,vida e saúde, a todos que dele comiam. Um dia, como era costume dele, estava passeando pelo vilarejo em que morava , percebeu um casal, que passava por muitas dificuldades, este casal, pois, eram puros de coração, e ele [o padeiro] sentiu muita compaixão desse casal, que disse: eu sou rico, nada me falta, vou doar essa receita que tenho a este casal, somente uma exigência vou dar a eles; Que somente vendam esse pão por um preço que todos possam comprar, e que aos pobres , e as viúvas, e aos estrangeiros, e todos os necessitados, este pão, fossem doados, e assim todos teriam vida e saúde.
    -O  casal pois, ficou muito contente e agradecido, que disse: ESSE pão, vai ser sempre amassado do mesmo jeito, que tu nos ensinaste, sempre será preparado conforme a  receita,que tu nos deu.
     -Um dia, apareceu naquele vilarejo, um viajante dizendo,  ser um empresário de sucesso,do ramo de panificação e ficou sabendo da famosa receita que dava vida e saúde;  procurou pois aquele casal e propôs uma parceria dizendo : CONHEÇO muitos vilarejos  em que poderemos vender este pão, e ganharemos muito dinheiro.   Mas o casal disse: que o padeiro o qual doou a receita a nós, disse para vendermos o pão a um preço acessível, que todos possam comprar, e aos órfãos, e as viúvas, aos necessitados, e aos estrangeiros fossem doados esse pão. 
    -MAS o empresário disse:  vocês sabem por que o padeiro disse isso a vocês? É porque ele não quer que vocês fiquem ricos, pois ele sabe que no dia em que vocês  ficarem ricos vocês nunca mais precisaram  dele.Ouvindo pois a mulher, o que o empresário falou, disse ao seu marido: O que você acha?eu penso que esse empresário  está com a razão; qual motivo do padeiro fazer aquelas exigências a nós?   Então eles aceitaram a proposta do empresário, que era, [dizia ele;] para melhorar a receita do pão. O  tempo passou, e muitos estranharam aquele novo pão,que em vez de trazer saúde e vida, começou a adoecer todos os que dele comiam.
      -ERA  uma doença estranha , uns ficavam bravos sem causa, e outros invejosos e malvados, a ponto de se matarem, uns aos outros(tanto que ate ,um dos filhos do casal matou seu irmão por pura inveja).E no  meio de toda aquela epidemia de doença estranha, no meio do povo,havia uma linhagem de família fiéis à aquela receita do pão original.  O patriarca daquela família, que era fiel, procurou o padeiro para perguntar para ele. Porque o pão que tu deste, aquele casal, fez tanto mal assim para as pessoas, que comeram dele?  Então o padeiro rico ficou muito magoado  com o casal, (que deu ouvido ao empresário que os enganou misturando a receita) que expulsou-os  daquele vilarejo,para que não mais negociassem naquela região.  Então o rico padeiro, que é justo e piedoso, vendo que aquele vilarejo, e os demais em sua volta estavam condenados, pela epidemia causada por aquele pão adulterado, disse: Vou dar de mão a este povo que comeu deste pão adulterado, e farei contigo, hó patriarca fiél  um acordo, pois esse povo morrerá desta doença terrível, e a você passarei a receita original, para que dê deste pão, que da vida e saúde a todos que nascerem, ao final desta epidemia. Farás o pão conforme a  receita, sem acrescentar ingrediente, algum à massa,e ao pobre, ao necessitado ,e a viúva ,e ao estrangeiro o pão será doado. 
      -E o tempo passou outra vez, e o povo cresceu, e todos comiam do pão genuíno, e tinham vida e saúde. 
      - Então aquele empresário,  após a morte daquele patriarca fiél, novamente se apodera da receita e vende pão adulterado ao povo, que novamente adoece, e um novo surto de doença terrível de morte acomete o povo.    Desta vez diz o padeiro rico ,vou tentar de novo.  Tinha no meio do povo um padeiro, que tentava recuperar a receita original, mas não conseguia.
      - O padeiro rico vendo isso, chamou aquele padeiro e disse: Você quer recuperar o que esta perdido? Você nunca conseguirá restituir o ingrediente puro que da a vida e saúde.
      -Pela tua fidelidade e sinceridade, vou te dar uma receita nova, agora com dez ingredientes; e você eleja dentre o povo 12  padeiros fiéis, que junto com contigo sejam guardiões desta receita. 
       -Assim ele abriu doze franquias como o padeiro rico mandou e vendiam o pão com preço acessível, e ao pobre e necessitado e a viúva, e ao estrangeiro o pão era dado; e assim faziam o pão conforme a receita. Mas aquele empresário visitou os franqueados e conseguiu negociar com  eles dizendo: Eu viajo o mundo inteiro e posso trazer,fermento,especiarias,enfim tudo o que o mundo tem de bom para incrementar esse pão, vamos ganhar muito dinheiro juntos.
        -Aqueles 12 padeiros a principio não aceitaram a proposta do empresário, mas depois de muito insistir com eles,  falando das vantagens e a promessa de dinheiro fácil; traíram o padeiro fiél e aliaram-se então ao empresário mundano.  E o empresário, ele mesmo ensinou como misturar os ingredientes, usando as próprias mãos para amassar, e deu tão certo este empreendimento, que eles dominaram todo o comércio da região.  
        -Mas como dantes tinha acontecido, o  pão que o empresário amassou e deu para ser vendido causou um tremendo malefício, pois todos que comiam daquele pão  perdiam a noção  do certo e do errado, e as injustiças aumentaram,era filho contra pai,  irmão contra irmão, e o  ódio, cresceu e toda a paz se acabou, e as pessoas estavam tão longe da realidade que nem tinham mais lembrança do padeiro rico e do seu pão que dava vida e saúde, e o povo estava sofrendo muito.  
       - Mas o padeiro rico estava sempre vigiando a sua receita, e tudo que com ela acontecia,  ele nunca deixou de mandar avisos, e alertas para o povo, através dos seus cooperadores ,pois ele, sempre teve compaixão das pessoas das nações.  Mas sempre que vinha um enviado do padeiro rico para alertar a população,  e aconselhá-los,eram perseguidos pelos franqueados do EMPRESÁRIO MUNDANO, que ganhavam muito dinheiro com a venda do pão,que o empresário amassou.
        - Havia, porém um remanescente fiel na terra, os quais, o empresário não conseguia dominar totalmente, eles estavam [ apesar de comerem daquele pão pois não havia outro] sempre procurando entrar em contato com o padeiro rico mas não tinham êxito na sua busca, procuraram também, tentar restabelecer a pureza da receita original, mas por seus próprios esforços não conseguiam. 
        - Pensaram eles entraremos em contato  com o padeiro  rico ,para que nos de a receita certa ,mas não sabiam como contatá-lo ,mais um dia conseguiram , e o padeiro rico lhes faz uma promessa, de  enviar seu próprio filho,para restabelecer a receita original.....Quando chegou o tempo, em que havia do padeiro rico, de cumprir a promessa,de enviar seu próprio filho,para restabelecer a receita, existia duas franquias do empresário mundano, que eram muito poderosas, que dominavam o comércio de panificação, coexistiam entre si, mas divergiam de alguns ingredientes da receita que eles tinham.
         - Apareceu então,um homem anunciando um fato, que deixou muita gente alegre ,dizia ele: O padeiro rico me incumbiu, e disse: Prepare a chegada de meu filho na cidade.  
       -  O povo, começou a ir atrás daquele homem, querendo saber mais sobre a chegada, desse filho do padeiro rico; então aquele homem, começou a falar a eles, que o padeiro rico, deu ao seu filho uma nova receita, mas com o ingrediente antigo, que dava vida e saúde,aquele trigo puro,[ensinamentos] que só ele tinha nos seus campos.   Mas os fraqueados, aquelas duas mais fortes, não gostando da notícia deste acontecimento,mandaram prender esse homem, e na prisão o decapitaram, pois, com a notícia da vinda do filho,viram os seus lucros caírem muito,porque as pessoas estavam já deixando de comprar o pão deles, na expectativa de obter o pão do padeiro rico, o qual o filho trazia, e que dava vida e saúde aos que dele comessem.  
       -O filho pois, quando ouviu que o mensageiro de seu pai, estava morto,procurou como fez seu pai, no passado,doze homens fiéis, e comprometidos em manter a originalidade da receita, que ele agora passava a todos,[eles que tinham por ofício, o ser padeiro] e começou a ensinar a eles a receita que seu pai lhe havia entregado. 
       -O povo seguiu o filho, e perguntavam; onde está esse pão tão anunciado, que dizem que trouxestes?estamos já fartos desse pão da padaria.   Então o filho lhes disse: Eu vos darei o verdadeiro pão, que meu pai enviou para dar a vocês, e ele mesmo deu uma só receita para alimentar a todos.   Então o filho fez pão e deu para o povo, mas disse aos doze que andavam com ele:  Tenho recebido uma ordem de meu pai,que ensinasse vocês,os doze, e os enviassem para todas as nações, sem exceções ,para que ensinem todos os povos esta receita, do pão que da vida e saúde; e de graça eu estou dando a vocês, e de graça darão a todos, e assim todos terão vida e saúde.  Mas, vendo os franqueadas do empresário mundano, que o filho do padeiro rico, espalhou aquele pão, e que o povo, em grande multidão seguiam o filho para comer pão, e não mais queria comprar o pão deles,perseguiram o filho do padeiro rico, e o prenderam como fizeram com o mensageiro de seu pai, e com falsas testemunhas       condenaram a morte .
     - E disseram eles, quando este morrer, nossos problemas acabarão.  E assim, passou-se um pequeno período de tempo, em que aqueles doze padeiros, receberam então a essência da receita, e entenderam, a vontade do padeiro rico, que é: REPARTIR O PÃO,e assim saíram a ensinar a receita a todos sem distinção, e todos os que aprendiam,tinham vida e saúde.E uma grande multidão começou a se formar, que seguiam a receita genuína. E aquela doença, que acometia as pessoas que comiam, do pão que o empresário mundano amassou, já não mais ficavam doentes,  pois tinham um pão genuíno para comer, e de uma receita pura, e os que comiam desse pão perfeito, viviam em perfeita comunhão,repartindo o pão com  singeleza de coração.  
        -Mas ouve então naquela província, uma grande perseguição, por causa do empresário mundano, que chamando os seus franqueados, perguntou:  alguém pode me dizer porque a divulgação desse pão, e o ensinamento dessa receita, esta se espalhando pela província toda, se o filho do padeiro rico esta morto?   Então os franqueados do empresário responderam:   Senhor, aquele rapaz foi muito esperto,pois quando nós o prendemos, não percebemos o que tinha acontecido; pois ele passou a receita para doze padeiros diferentes, e assim quando os perseguimos saíram divulgando o pão, e a receita, e parece que, quanto mais se luta para reprimir essa divulgação mais ela prospera.   Pois temos que dar um jeito nesta expansão, disse o empresário mundano, se não dermos um  jeito nisso logo,vamos perder nossos clientes, e também, vamos  cair no descrédito total, se este povo aceitar a receita do padeiro rico.
     - Portanto temos que achar uma solução para este problema, tratem de pensar em algo, esbravejou o empresário mundano.  Passou alguns anos, e alguém do meio deles, teve uma idéia.   Vamos recolher toda e qualquer receita, que estiver no meio do povo, assim poderemos  destruir as receitas, e com elas, também a  receita do padeiro rico.   Assim, pois fizeram, e toda e qualquer receita, que fosse encontrada, era imediatamente queimada, e aquele, pois que fosse encontrado com  a receita do padeiro rico, era imediatamente preso, e morto, nas arenas,dos franqueados do empresário mundano. 
      -Mas, algo espetacular estava acontecendo, pois, quanto mais os adeptos da receita eram perseguidos e mortos, muitos mais    apareciam,fiéis aquela receita do Padeiro rico.  E isto incomodava muito o empresário mundano, ele não achava uma solução satisfatória parar aquilo tudo.   Até que um dia um de seus franqueados mais poderosos teve a´´grande idéia`;tomar todas aquelas receitas que estavam com os aprendizes, do filho do Padeiro rico, e fazer um livro de receita; como iria funcionar esse livro? O conteúdo do livro, seria com as receitas que estavam com os aprendizes, do  filho do padeiro rico,mas seriam introduzidos ingredientes do mundo inteiro, como da Grécia,da Babilônia,do Egito e também de Roma,e depois que esse livro estiver pronto, com todas as alterações, e ingredientes mundanos nele, venderemos ao povo,e assim,quando usarem este livro, de receitas feito por nós,eles terão então PÃO QUE O EMPRESÁRIO AMASSOU,e não mais aquele pão, do padeiro rico, que da vida e saúde.
     - E assim, até no dia que se chama hoje, as pessoas estão comendo o PÃO QUE O EMPRESÁRIO AMASSOU, pois ainda estão usando o livro de receitas do EMPRESÁRIO MUNDANO.




   O PADEIRO RICO   é o  CIADOR O TODO PODEROSO
   O PATRIARCA  fiel é NOÉ
   O PADEIRO que queria recuperar a receita é MOISÉS
   O CASAL  é ADÃO  e  EVA
   O HOMEM que apareceu no vilarejo é JOÃO BATISTA
   AS DUAS FRANQUIAS PODEROSAS são os FARISEUS E SADUCEUS
   OS doze padeiros que filho escolheu SÃO OS DOZE DISCÍPULOS
   O FRANQUIADO MAIS PODEROSO é o CONSTANTINO
   O LIVRO DE RECEITA É A BIBLIA.
   O EMPRESÁRIO É SATANÁS
   O PÃO QUE O DIABO AMASSOU É O LIVRO BIBLIA, QUE É A BASE DO SISTEMA             RELIGIOSO
    A BIBLIA TAMBÉM É O LIVRO DE RECEITA.
   O PÃO QUE DA VIDA E SAÚDE É A PALAVRA DO CRIADOR
   O INGREDIENTE DO PADEIRO RICO  É O AMOR AO PRÓXIMO
                                                                           FIM.



 

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

OS SIMPSONS E A SUBLIMINAR



  APENAS UM DESENHO INOCENTE,QUEM ENTRA EM QUASE TODAS AS CASAS,

  MAIS COM MUITA COISAS DE SUBLIMINAR NELE ASSISTA E TIRE SUAS  CONCLUSÕES.




              


                                                              JUDAS 1

-3  Amados, procurando eu escrever-vos com toda a diligência acerca da salvação comum, tive por necessidade escrever-vos, e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos.4  Porque se introduziram alguns, que já antes estavam escritos para este mesmo juízo, homens ímpios, que convertem em dissolução a graça de Deus, e negam a Deus, único dominador e Senhor nosso, Jesus Cristo.
10  Estes, porém, dizem mal do que não sabem; e, naquilo que naturalmente conhecem, como animais irracionais se corrompem.
11  Ai deles! porque entraram pelo caminho de Caim, e foram levados pelo engano do prêmio de Balaão, e pereceram na contradição de Coré.
12  Estes são manchas em vossas festas de amor, banqueteando-se convosco, e apascentando-se a si mesmos sem temor; são nuvens sem água, levadas pelos ventos de uma para outra parte; são como árvores murchas, infrutíferas, duas vezes mortas, desarraigadas;
13  Ondas impetuosas do mar, que escumam as suas mesmas abominações; estrelas errantes, para os quais está eternamente reservada a negrura das trevas.
14  E destes profetizou também Enoque, o sétimo depois de Adão, dizendo: Eis que é vindo o Senhor com milhares de seus santos;
20  Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo,
21  Conservai-vos a vós mesmos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo para a vida eterna.
22  E apiedai-vos de alguns, usando de discernimento;
23  E salvai alguns com temor, arrebatando-os do fogo, odiando até a túnica manchada da carne.
24  Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar, e apresentar-vos irrepreensíveis, com alegria, perante a sua glória,
25  Ao único Deus sábio, Salvador nosso, seja glória e majestade, domínio e poder, agora, e para todo o sempre. Amém.


sábado, 6 de outubro de 2012

Seria a Septuaginta uma fraude??????

                                                                                     SEPTUAGINTA      
ΕΒΔΟΜΗΚΟΝΤΑ
   

Septuaginta é uma antiga tradução grega do
Velho Testamento. Ela não foi inspirada!
A tradição diz que a Septuaginta (conhecida também como LXX, porque 70 escribas teriam sido utilizados para sua produção) teria sido escrita cerca de 250 anos antes da era Cristã. Mas não há nenhuma verdade nisso.



EXISTIU UMA SEPTUAGINTA PRÉ-CRISTÃ ?
Em seu livro Forever Settled (publicado por The Bible For Today: 900 Park Avenue, Collingswood. N.J. 08108 USA) Jack Moorman escreve na página 13:

 Paul Kahle, um famoso estudioso do Velho Testamento que realizou extenso trabalho [de pesquisa] a respeito da Septuaginta, não acredita que houve uma real versão grega antiga [isto é, de antes da era Cristã] e, consequentemente, [acredita que] os manuscritos da Septuaginta (assim chamada) não podem ser rastreados retroativamente até um arquétipo [o padrão ou modelo, original, a partir do qual todas as cópias derivam].

Peter Ruckman (no seu livro Christian's Handbook of Manuscript Evidence) tomou posição similar. Seus argumentos podem ser resumidos como se segue:

1. A carta de Aristeas é mera invenção fraudulenta e malévola (Kahle chama-a de "propaganda" [propaganda intensa e enganosa]), e não há nenhuma evidência histórica de que um grupo de estudiosos traduziu o Velho Testamento para o grego entre 250 e 150 a.C.
2. As pesquisas de Paul Kahle mostram que não houve cópia pré-cristã da LXX.
3. Ninguém nunca pode apresentar uma cópia grega do Velho Testamento escrita antes de 300 d.C.
4. De fato, a Septuaginta “cita” [as palavras exatas, ou quase exatas] a partir do Novo Testamento, e não vice versa. Isto é, os posteriores formuladores [da fraude] do Velho Testamento Grego o fabricaram fazendo-o conformar-se ao texto Grego do Novo Testamento."
TEXTOS PROBLEMAS:
Em seu magistral livro "Errors" in the King James Version (seu título antigo foi Problem Texts) (publicado por Pensacola Bible Institute Press, P.O. Box 7135, Pensecola, Florida 32504. USA.) Peter S. Ruckman, Ph.D., escreve a respeito da Septuaginta no apêndice 2, páginas 407 a 409:
 

"Tenho uma cópia da notória Septuaginta sobre a minha mesa (Zondervan Publishing Co.1970, de Samuel Baxter & Sons, London). Na Introdução [da Septuagainta], a linha partidária da Seita Alexandrina {*}está exposta tão ordenadamente quanto os ladrilhos de um piso de cerâmica. Nosso escritor [da Introdução] diz:  
"O FATO poderá ser considerado como CERTO que o Velho Testamento Grego LXX começou a ser traduzido antes de 285 a.C."
A evidência para isto ? Não seja tolo; a Seita Alexandrina nunca lida com evidências."

{* Nota do Tradutor: Por "Seita Alexandrina", Ruckman se refere àqueles, de hoje, com o mesmo espírito de adoração ao pseudo intelectualismo, e à novidade, e à descrente crítica textual que se rege por “quanto mais conflite com a fé simples e ortodoxa, melhor” que caracterizavam a Escola Alexandria [no Egito], devida ao terrível Orígenes, um dos pais dos terríveis alegorismo e crítica textual descrentes}
  

Cada manuscrito da LXX citado na Concordância da Septuaginta foi escrito [pelo menos] 200 anos depois que a escrita do Novo Testamento foi concluída. Eles são os seguintes:

Ruckman então lista os 4 manuscritos gregos dos 
quais a Septuaginta veio. Detalhes breves incluem:
1- Alexandrinus: escrito mais de 300 anos após o Novo Testamento ter sido completado. Omite Gênesis 14:14-17; 15:1-6, 16-19, 16:6-10, Levítico 6:19-23, 1 Samuel 12:17-14:9, 1 Reis 3-6 e Salmos 69:19-79:10.
2-Aleph - Sinaiticus: escrito mais de 200 anos após o Novo Testamento ter sido completado. Omite Gênesis 23:19-24:46, Números 5:27-7:20, 1 Crônicas 9:27-19:17, e, na sua inteireza, os livros de Êxodo, Josué, 1 e 2 Samuel, 1 e 2 Reis, Oséias, Amós, Miquéias, Ezequiel, Daniel e Juízes. Contém livros apócrifos do Novo Testamento.
3-Codes Ephraemi: escrito mais de 300 anos após o Novo Testamento ter sido completado. Omite Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, 1 e 2 Samuel, 1 e 2 Reis, e todos os profetas maiores e profetas menores!
4-Vaticanus: omite tudo desde Gênesis 1:1 até 46:28, todos os Salmos de 105:26 a 137:6, e partes de 1 Samuel, 1 Reis e Neemias. Contém os livros apócrifos do Velho Testamento.


                                       Ruckman continua:

"Aqueles interessados em adicionais evidências da fraude observarão que todo e cada manuscrito em papiro encontrado contendo alguma parte do Velho Testamento nele, foi escrito após a Ressurreição do Salvador, com a exceção de um fragmento contendo menos que 6 capítulos de Deuteronômio nele.
Os papiros da [assim, erradamente, chamada] “Septuaginta” (no nosso livro The Christian's Handbook of Manuscript Evidence, páginas 48-51, publicado em 1970, listamos todos esses 23 papiros, resumindo tudo que contêm e as datas que em que foram escritos) foram todos escritos dentro de 60 a 500 anos após João ter terminado de escrever o livro do Apocalipse."

"A mitológica LXX ou Septuaginta é o mais persistente fantasma [falsidade] a assombrar [seduzir e enganar] o cristianismo ortodoxo, desde o mito que Cristo nasceu em uma caverna. A [falsa] teoria [da Septuaginta] está baseada em uma [mera] especulação abstrata do mais desvairado e selvagem tipo, sem nem sequer um pedacinho de evidência documentada confiável, de QUALQUER tipo, de que em tempo algum jamais houve sobre este planeta uma única simples cópia de um VELHO Testamento em GREGO, antes de se erguer a escola em Alexandria por Origenes, 100 anos depois de o Noto Testamento estar integralmente completado, contudo, até este dia [na década de 1980] existe em cada campus de cada escola [seminário, universidade, instituto bíblico]fundamentalista nos EUA a nebulosa assombração deste fantasma inexistente [ a Septuaginta]."

Se o leitor está interessado em estudar mais esse assunto das Versões da Bíblia ,e como é e porque é que a King James Bible é a infalível Palavra de Deus, então você deve simplesmente comprar o livro "Errors" in the King James Version (seu título antigo foi Problem Texts), Ruckman. Nunca em todos os meus dias eu li fatos tão avassaladores e convincentes em favor da Versão Autorizada [a mesma King James Bible]. Mas esteja avisado, o estilo de Ruckman não é para os de frágeis corações [a linguagem e estilo de Ruckman são fortes] que se ofendem facilmente, especialmente se eles têm medo de encarar os fatos como eles são!


Meritos David B Loughran, Agosto 1999.


Traduzido pelo Seminarista Luis Henrique, Março 2006.
                                   Mais um acresimo
O texto que todas essas páginas trazem é uma tradução, para o inglês, do Capítulo 10 do Livro 10 de "Antiquities of the Jews", monumental obra do maior e mais fiel e completo historiador judeu e fariseu de todos os tempos, Flavius Josephus, que viveu no século I (ver http://pt.wikipedia.org/wiki/Fl%C3%A1vio_Josefo)

Prestem toda atenção a este parágrafo:



Antiquities of the Jews (por Flavius Josephus) - Livro 10, Capítulo 10 (AJ 10.218)<< But let no one blame me for writing down every thing of this nature, as I find it in our ancient books; for as to that matter, I have plainly assured those that think me defective in any such point, or complain of my management, and have told them in the beginning of this history, that I intended to do no more thantranslate the Hebrew books into the Greek language, and promised them to explain those facts, without adding any thing to them of my own, or taking any thing away from there. >>

Tradução:
<< Mas que ninguém me culpe por escrever [detalhadamente] cada coisa desta natureza, à medida em que a encontro em nossos antigos livros; porque, a esse respeito, tenho claramente assegurado àqueles que pensam que eu sou faltoso em qualquer de tais pontos, ou reclamam de minha administração, e tenho-lhes dito no começo desta história que Eu intenciono não fazer mais do que meramente 
traduzir os livros [estes são os livros históricos do Velho Testamento] da linguagem Hebraica para a linguagem Grega, e lhes prometi explanar aqueles fatos, sem adicionar coisa nenhuma a eles que seja mim mesmo, nem tirar coisa nenhuma de lá>>

Obviamente, haveria pouca necessidade de um tal trabalho de tradução em Roma, por Josephus, no ano 70 depois de Cristo, se uma tal tradução já existisse e estivesse circulando. Note que os livros a que Josephus se refere são os livros históricos do Velho Testamento [Josué, Juízes, Rute, 1 e 2Samuel, 1 e 2Reis, 1 e 2Crônicas, Esdras, Neemias e Ester]. O Pentateuco (Gênesis a Deuteronômio) TALVEZ estivesse circulando, e talvez algumas outras passagens o livros, mas CERTAMENTE não os livros históricos, CERTAMENTE não o inteiro Velho Testamento, e não com nenhuma autoridade proveniente de Deus, o Qual encarregou os LEVITAS [somente eles!] para serem os guardiões das Escrituras, não todas as 12 tribos como na suposta Septuaginta.
               Não se esqueça continue estudando.
I TESSALONICENSES 5-21  Examinai tudo. Retende o bem.
Fica na paz do Criador.

domingo, 18 de março de 2012

  O nome do Criador é Deus,Jeova,Yahoo,Elohy,etc...ou YAOHU.
Todos nós sabemos que "Jeová" não é a correta pronúncia do nome do Criador. Sim, até mesmo a Sociedade concorda com este fato, pois em várias publicações que tratam a respeito deste assunto, existe algo explicando o porque desta incerteza. Um exemplo disto pode ser visto no livro Perspicaz vol.2, sob o verbete Jeová. Existem alguns pontos que tem me incomodado muito nos últimos tempos e que estão diretamente relacionados com a questão do "nome". Vou tentar expor o assunto :
Segundo a própria Sociedade menciona e até mesmo concorda em suas publicações, os especialistas em língua e escritas em hebraico afirmam que o nome do Criador entrou no esquecimento, devido ao fato de que na escrita hebraica original não se utilizavam vogais, mas apenas consoantes. Isto é um fato. Todos nós aprendemos que judeus ortodoxos, por supersticiosamente acharem o "nome" divino sagrado demais para ser pronunciado deixaram de usa-lo, substituindo-o na hora da leitura pela palavra "Adonai", que em português quer dizer "Senhor", nos lugares onde havia a ocorrência do tetragrama " hvhy ", que transliterados para o nosso tipo de escrita, correspondem às letras "YHWH" ou "YHVH".
Segundo os hebraístas, o "nome" mais correto, ou a "pronúncia" mais próxima daquela que os hebreus utilizavam no passado ao referir-se ao Altíssimo, e que a Sociedade parece concordar, é a forma "Yahweh/Javé". Eles afirmam que isto é apoiado pela existência da expressão "Halelu-Yah/Louvai a Jah" , no Salmo 89:8 e em outros locais da Bíblia, ao invés da expressão "Halelu-Yeo/Louvai a Jeo", que deveria ser o correto, caso o "nome" do Criador fosse realmente Jeová. Em parte, acho que eles tem razão por empregarem esta lógica.
Em vista disso eu pergunto : Se a forma, possivelmente a mais correta, para o nome do Criador fosse realmente "Yahweh", por que então a Sociedade não aderiu a este nome ao invés do nome "Jehovah/Jeová" ? A Sociedade responde que opta pelo nome "Jehovah/Jeová" por este ser o mais "conhecido" e estar a mais tempo em uso, e que mudar este "nome" implicaria na mudança de muitos outros nomes bíblicos. Novamente eu pergunto : Desde quando poderíamos nós "optar" pelo nome do Ser mais sublime do universo, o Criador Todo-Poderoso, tendo como base o "nome" que é mais conhecido ao invés daquele que seria realmente o mais correto ? Quem nos deu este direito de "escolha" ? Não foi o próprio Criador que atribuiu a si o Seu "nome" ? Quem somos nós para muda-lo ou escolhe-lo ? Será que o Criador "troca de nomes", ou atende por outros nomes, só porque as pessoas estão mais acostumadas a chamarem-no por um nome que elas preferem ? Fica aí algumas questões para nossa reflexão. Pensar desta forma poderia dar margem para o seguinte argumento : Se utilizarmos o conceito de que o mais "conhecido" ou o mais "aceito" seja realmente a coisa razoável a se seguir ou adotar, então a Sociedade deveria fazer uso dos ensinos que ela mesmo tem rejeitado tais como a Trindade, Cruz, Inferno de Fogo, Alma Imortal, uma vez que estes conceitos são os mais "conhecidos" ou "aceitos" pelas religiões que se dizem Cristãs, assim como se dá com o suposto nome do Criador aceito atualmente.
Ademais, admitindo que fosse correto traduzir nomes próprios - o que não é – os nomes bíblicos atuais que temos hoje disponíveis, de qualquer forma não se harmonizam com o nome "Jeová". Se o nome do Altíssimo fosse realmente "Jeová", então:
Isaías teria sido traduzido como Isajes
Zacarias teria sido traduzido como Zacarjes
Sofonias teria sido traduzido como Sofonjes
Josué teria sido traduzido como Jesué
Jeremias teria sido traduzido como Jeremijes
O que não acontece !

Foi o "Nome" realmente esquecido ?
Contudo, o assunto a respeito do "nome" não para por aí ! Eu pergunto : É coerente compartilharmos o mesmo raciocínio destes estudiosos em línguas e hebraístas, muitos dos quais nem mesmo crêem na existência de um Criador, quando eles afirmam que ninguém saberia pronunciar o Seu "nome" corretamente em nossos dias, devido ao fato deste "nome" ou sua correta pronúncia ter caído no esquecimento ou se perdido ?
Bem, uma coisa eu posso afirmar, se pensarmos desta forma estaremos indo de encontro ao que o próprio Criador disse em Êxodo 3:15, quando ele revelou pela primeira vez o seu sagrado "nome" à humanidade. Ele disse : "...hvhy... este é o meu nome por tempo indefinido, e esta é a recordação de mim por geração após geração".
De modo que penso não ser razoável, em vista deste texto e também em vista do grande zelo que o próprio Criador demonstrava ter pelo seu "nome", conforme podemos observar tão claramente nas escrituras, concluirmos que este mesmo "nome" tenha se perdido no tempo e que ninguém mais seja capaz de pronuncia-lo corretamente em nossos dias. Será que o Criador permitiria que a correta pronuncia do seu sagrado nome caísse no esquecimento ? E o que dizer então das formas que atualmente conhecemos como sendo as mais prováveis pronúncias do "nome" do Criador ?
Alem do exemplo que citei anteriormente, segundo pesquisas que pude fazer cheguei à conclusão que nenhuma das formas usadas atualmente - "Jehovah/Jeová" e mesmo a forma "Javé" - poderiam ser o correto "nome" do Altíssimo. Vou tentar explicar o por quê : Não existe a consoante "J" bem como nenhuma forma parecida na língua hebraica, tanto é que a transliteração correta do tetragrama " hvhy " (lido da direita para a esquerda), tem na sua primeira letra um "Y" ( "y" – lê-se yod em hebraico ), que corresponde ao som da letra "i" em português. Então, um erro já acontece logo no começo, pois um "J", cujo som é totalmente diferente de "i" é usado no início destes nomes conhecidos atualmente, quando que o correto seria utilizar uma consoante "Y" ou mesmo uma vogal "i", pois ambos produzem o mesmo som, e o que importa realmente é a pronúncia, e não a escrita. Este é um dos motivos, que "teoricamente" a forma Yahweh estaria mais próximo do correto, ou seja, por começar com a letra (Y/I) que produz o som correto, ou equivalente ao original. Contudo, há evidências que mostram que o nome Yahweh também não poderia ser o correto nome do Criador.
A Enciclopédia Internacional do Novo Testamento, página 638 comentando a respeito da origem e do significado do nome Yahweh, diz o seguinte : "A origem e o significado do nome divino "Javé" [Yahweh] tem sido assunto de discussão considerável. Alguns estudiosos o derivam de uma forma primitiva, já, que consideram como sendo uma interjeição associada com o culto à lua". ( cf. G.R. Driver, ZAW, 46, 1929, 24 ) Um outro detalhe digno de nota, é que o nome "Yahweh" pode ter sido obtido através de uma concatenação dotetragrama com os sinais massoréticos do termo há-shem (o nome).
Abaixo, procuro apresentar o porque os prováveis nomes do Criador hoje conhecidos não passam de meras suposições, pois os mesmos são o resultados de concatenações entre as consoantes do tetragrama e os sinais vocálicos das palavras adonai (senhor) e há-shem ("o nome" - um termo utilizado pelos judeus ortodoxos para evitarem pronunciar o nome do Criador em vão). Na seguinte ordem de cima para baixo e da direita para a esquerda em hebraico moderno, apresento como são obtidos os nomes YEHOVAH (Jeová); YAHWEH(Javé). Observem como os sinais massoréticos (sinais vocálicos que foram posteriormente implementados na escrita original hebraica), que são as bolinhas situadas abaixo e acima das letras hebraicas, bem como os pequenos traços abaixo das mesmas, são transportadas das palavras adonai e há-shem para o tetragrama, resultando assim nas pronuncias hoje conhecidas do "nome de Deus" :



Conferindo a figura, temos :
1. Tetragrama + massoréticos de "adonay" (senhor) = Yehovah (Jeová)
2. Tetragrama + massoréticos de "ha-shem" (o nome) = Yahweh (Javé)
Pode ser que alguém argumente : - "Más os nomes estão traduzidos para a nossa língua, por isso eles começam com a letra ´J´". Eu digo que este argumento não tem fundamento. Primeiramente temos que ter em mente que as muitas línguas existentes hoje na terra não são frutos de uma bênção da parte do Criador e sim de uma maldição. E em segundo lugar temos que entender que nomes próprios não são traduzíveis. Se uma pessoa se chama "Jorge", aqui no Brasil, ela deverá se chamar "Jorge" em qualquer lugar do mundo não importa a língua do local em que ele viva. Já imaginou se o nome do ex-presidente dos EUA, George Bush, fosse traduzido para a nossa língua – ele iria se chamar Jorge Arbusto. Que dizer então do ex-secretário de estado James Baker ? Ele iria se chamar Tiago Padeiro ! Com certeza estes dois exemplos, cômicos por sinal, jamais identificariam corretamente estas duas personalidades. Para identificarmos um indivíduo devemos utilizar o seu nome original com a correta pronuncia, ou pelo menos a mais aproximada que a nossa língua nos permita falar.
Os seres humanos tem costume utilizar um codinome ou apelido, aprovado pelo próprio indivíduo, para que as pessoas da localidade onde ele vive possam ter maior facilidade ao referir-se a tal pessoa cujo nome original talvez pareça difícil de ser pronunciado. Neste caso, contudo, o nome nativo deste indivíduo continuará sendo o seu identificador principal, algo pelo qual ele sempre responderá prontamente quando estiver sendo referenciado através dele por alguém. Em se tratando de meros mortais, tal procedimento de "mudar nomes" ou dar um nome alternativo para facilitar a identificação de alguém poderia até mesmo ser aceitável, mas com certeza, isso não se aplica ao "nome sagrado" do nosso Criador, e não há indícios de que ele concordaria com isso, pelo contrário.
Ao invés de traduzirmos um nome, o que podemos e devemos fazer é translitera-lo para a nassa língua, que é um processo completamente diferente de traduzir. Transliterar, como todos nós sabemos, consiste no ato de transportarmos o som sílaba por sílaba de uma palavra, na sua língua de origem para outra língua, utilizando as letras disponíveis correspondentes ao som da pronúncia na língua original.
É evidente que neste momento, poderá surgir outra pergunta : "Como poderíamos saber qual a pronúncia correta do nome do Criador ?" Bem, penso eu que, se o próprio Altíssimo disse que seu "nome" seria "lembrado de geração após geração", obviamente ele não permitiria que o mesmo caísse no esquecimento, como muitos afirmam. Creio que todos nós podemos concordar com isto. Vale a pena ressaltar, porém, que é a pronúncia o que realmente importa e não a forma como o nome é escrito. Podemos ilustrar isso da seguinte maneira : Digamos que existam três pessoas num recinto – uma se chama Kátia, a outra Kathya, e a ultima se chama Cátia. Se chamarmos por qualquer um dos três nomes, com certeza as três olharão, isto porque o que importa realmente neste caso, é a pronuncia, ou aquilo que é dito, e não a forma como os nome estão escritos, que embora usem escritas diferentes, produzem o mesmo som. O mesmo vale para o "nome" do Criador. Devemos nos preocupar com a correta pronúncia dele, e não com a maneira como o escrevemos, não importa o idioma que falamos. Bem, vamos então às evidencias que temos, (pelo menos eu acho que são evidencias) para nos ajudar a saber o verdadeiro nome do Altíssimo.
Antes de prosseguir, porem, gostaria de salientar que é com sinceridade de coração, e pelo meu desejo de defender o Criador e o seu "nome", que foi profanado entre as nações, conforme as próprias Escrituras dizem, que estou indo tão a fundo nestas questões - questões estas que para muitos podem parecer irrelevantes ou sem importância alguma. Faço isso também, porque considero uma grande responsabilidade para todo aquele que se diz "servo" do Criador Todo-Poderoso, ter conhecimento a respeito deste fato, pois em Isaias 52:6 Ele diz que ´seu povo saberia Seu nome´. Também, somos questionados com respeito a este conhecimento em Provérbios 30:4 que lança a desafiadora pergunta para todos nós : "Quem subiu ao céu para descer ? Quem ajuntou o vento na concavidade de ambas as mãos ? Quem embrulhou as águas numa capa ? Quem fez todos os confins da terra se levantar-se ? Qual é o seu nome e qual o nome do seu filho, caso [o] saibas ?" – [TNM]. Outra tradução usa o termo "Diga-me se você souber !" [New Internetional Version]. Portanto, considero tratar-se de um assunto de máxima importância pelo que pude observar dentro da Bíblia, pois segundo ela "todo aquele que invocar o nome de hvhy será salvo". (Joel 2:32; Atos 2:21)
Infelizmente, porem, percebo que a Sociedade cai em uma aparente contradição no que diz respeito a importância que dá a este assunto. Num momento ela diz que o conhecimento e o uso do nome do Criador é de fundamental importância para os verdadeiros Cristãos e para a nossa salvação (até mesmo alega ser este um dos fatores que tornam as Testemunhas de Jeová diferente das demais religiões), e no outro ela diz que a pronúncia do nome em si não é importante, mas que o importante é não deixarmos de usa-lo. Faz sentido o que a Sociedade tem dito ? Existe muita diferença entre o sons que as palavras "Jeová" e "Yahweh" produzem ! De que adianta usarmos um nome "apenas por usarmos", visto que o mesmo não é o correto, aquele que realmente identifica a pessoa a que ele se refere ? Adiantaria alguma coisa alguém me chamar de "Josias", sendo que o meu nome é "Josimar", e depois disso dizer que o "nome" é de fundamental importância para se identificar alguém, no caso o Criador ? Posso até estar exagerando, mas que existe alguma incoerência na importânciaque a Sociedade dá a este assunto existe.
Se o que eu vou mostrar de agora em diante é a verdade absoluta ou não, acho que jamais poderei provar, devido as minhas limitações de conhecimento ! Contudo, na minha maneira de ver, acho que não podemos simplesmente cruzar os braços e aceitar as coisas como elas estão sem fazer um esforço sincero para que elas se harmonizem o mais plenamente possível com o que está escrito em relação a este assunto. Saliento também que não sou especialista em língua hebraica. Apenas me aprofundei um pouco mais neste idioma, para poder justamente tentar conhecer e entender mais plenamente esta questão.

Evidências do verdadeiro "Nome"
Todos sabemos que os judeus ao darem nomes aos recém-nascidos, geralmente selecionavam um nome que possuía algum significado. Até mesmo a filha de Faraó, ao retirar aquela criança do rio Nino fez isso, ou seja, atribuiu-lhe o nome "Moisés" devido ao fato dela "tê-lo tirado dá água". Definitivamente os nomes tinham um significado ! O interessante é que muitos nomes daqueles dentre o "povo de Deus" naquela época, também continham o "nome" do Criador embutido em seus próprios nomes. Vou citar alguns exemplos : Isaias, Jeremias, Sofonias, João, etc... Cada um desses nomes tem um significado, e traz embutido em si a pronúncia correta do nome do Criador. Infelizmente, por não terem sido feitas as corretas transliterações dos nomes da língua original (hebraica) para as demais, e sim traduções, perdeu-se esta visão do "nome" sagrado dentro dos nomes antigos. Contudo, se fizermos a correta transliteração, ou seja trazermos os mesmos sons da língua hebraica original para o nosso idioma, poderemos claramente perceber uma "palavra" comum em todos estes nomes que mencionamos anteriormente. Aqui estão portanto, alguns exemplos de nomes transliterados do hebraico para o português :

Em hebraico Tradução errada Transliteração correta
vhyiwy Isaias à YoshuaYAOHU
vhymry Jeremias à YarmiYAOHU
hdvhy Judá à YAOHUdah
vhyway Josias à YoshiYAOHU
vhyla Elias à EliYAOHU
iwvhy Josué/Jesus à YAOHUshua (le-se iaurrúshua )

Existe algo especialmente interessante com respeito ao último nome da lista "Josué/Jesus", o que mostra como a tradução de nomes, e não a correta transliteração, infelizmente produzem problemas sérios de identidade nas traduções da Bíblia. No Hebraico antigo, YAOHUshua, que significa "hvhy é a salvação" ou "hvhy Salvará", no primeiro caso em que aparece nas traduções da Bíblia, é transformado em "Josué", que teoricamente seria o mais correto, e no segundo em "Jesus". Ambos possuem o mesmo nome no hebraico original, mas se tornaram diferentes com o processo das traduções da Bíblia. Um outro exemplo de erro de identidade gerado pela tradução de nomes próprios, pode ser observado no nome do discípulo Tiago ("James" em inglês). Em hebraico, o nome deste personagem é Ya´acov ( bqiy ), que é o mesmo nome do filho de Isaque, Jacó ( Jacob, em inglês ). O uso do nome, "James/Tiago" foi introduzido com a versão King James Version da Bíblia, numa tentativa dos tradutores de "homenagear" rei Jaime da Inglaterra, visto ter sido ele quem financiara o trabalho de tradução. A mesma corrupção de nomes se dá também com o nome de Elizabeth, mãe de João o Batizador, devido ao mesmo motivo – um fato triste, porém verdadeiro. Este é um detalhe curioso e que infelizmente poucos se dão conta da sua importância.
Com relação aos nomes bíblicos citados no exemplo acima, de uma forma geral qualquer pessoa poderá notar que a palavra "YAOHU"* aparece claramente nestes nomes. Este som (iáurru) é claramente percebido na pronúncia de muitos outros nomes registrados nas escrituras, e todos eles dizem respeito ao Criador. Podemos ver que até mesmo na escrita hebraica desses nomes aparecem 3 das 4 letras do tetragrama : "vhy" (da direita para a esquerda), sendo elas o "YHW" correspondentes no nosso idioma. Trata-se simplesmente de uma forma "abreviada" do nome do Criador ou trata-se de sua forma "completa" ? A ultima letra "h", que corresponde a nossa letra "H", pode ter sido omitida na escrita destes nomes, devido ao fato da mesma não produzir som algum no nome do Altíssimo. *(Alguns ao invés de utilizarem o correto massorético Qamets Qaton ao transliterar a vogal logo após o " y / Y " que produz o ditongo "AO", utilizam o Qamets Gadol que dá o som de "A" aberto, resultando na transliteração "YÁ-HU")
Um fato interessante é que até mesmo a Sociedade concorda com a afirmação de que alguns nomes hebraicos antigos podem nos ajudar a ter uma visão clara da correta pronúncia do nome do Criador. A Sentinela 1/2/99 Pg. 30-1 faz o seguinte comentário debaixo do assunto "Jeová" ou "Javé" ? : "Os judeus pararam de pronunciar o nome do verdadeiro Deus antes de os massoretas terem desenvolvido o sistema de pontos vocálicos. De modo que não há nenhum modo definitivo para se provar que vogais acompanhavam as consoantesYHWH (hvhy). Ainda assim, os próprios nomes de personagens bíblicos - cuja pronúncia correta nunca se perdeu - fornecem um indício tangível da antiga pronúncia do nome de Deus". (Grifo acrescentado). Neste mesmo artigo é citado o Professor Gerge Buchanan que faz a seguinte afirmação : "Na antigüidade, os pais muitas vezes davam aos filhos o nome de suas deidades. Isto significa que pronunciavam os nomes dos filhos assim como se pronunciava o nome da deidade. O Tetragrama foi incluído em nomes de pessoas, e eles sempre usavam a vogal do meio". (Grifo acrescentado). Mais um comentário importante que a revista faz : "O nome do profeta Elias é E·li·yáh ou E·li·yá·hu no hebraico. Segundo o Professor Buchanan, o nome significa: ´Meu Deus é Yahoo [que é o mesmo que YÁ-HU / YAOHU] ou Yahoo-wah´". Quanto à pronuncia Yahoo-wah, alternativamente sugerida por este professor, podemos descartar esta possibilidade, pois caso esta fosse a pronuncia correta do nome do Criador o nome do profeta Elias, citado no exemplo, deveria ser pronunciado E-li-yá-hu-wah, o que não acontece nem neste caso e nem nos demais casos já citados. A pronuncia de tais nomes que contem o nome do Criador indicam claramente que a terceira consoante hebraica do tetragrama, o vav " v ", que corresponde ao nosso "V", tem na realidade o som da vogal "U", e não o som da consoante "V" – parece estranho, mas no hebraico isso é perfeitamente possível.
É significativo também o fato dos judeus (que são o povo que se chama pelo Seu "nome", segundo a Bíblia) serem chamados de "YAOHUdim" ( ,ydvhy ) em seu idioma nativo, o que deveria ser "YAHWEdim", caso o nome correto do criador fosse Yahweh/Javé ou mesmo "YEHOVAdim" caso fosse Yehovah/Jeová . Isso não parece coerente ? E mesmo atualmente em nossos dias existem pessoas que trazem em seus nomes a mesma "palavra" hebraica contida nos nomes antigos acima citados. Um exemplo atual disso é o do ex-primeiro ministro de Israel que se chama Benyamin Nethanyaohu (com a correta transliteração) – indicando que o nome do nosso Criador na verdade nunca foi esquecido.
Um outro detalhe importante : Se aplicarmos os sinais massoréticos corretos ao tetragrama, obteremos também o mesmo som da "palavra" contida nos nomes já mencionados, ou sejaIÁURRU. A seguir faço uma representação gráfica para mostrar como o tetragrama permite perfeitamente esta pronúncia (Deve-se observar que em hebraico a leitura é feita da direita para a esquerda) :

Representação gráfica do tetragrama (YHWH) :



É importante termos em mente, como já mencionado, que a letra hebraica vav "v" tanto pode ter o som de "V/W" como também pode der o som da vogal "O/U", e neste caso em específico ela tem o som de "U". Portanto, temos : Y AO H U H ( Soletrando : Yod ao Hey Vav(U) Hey ) ou Yaohuh/iáurruh. (o importante é a pronuncia e não necessariamente a escrita)
De modo que agora faço algumas perguntas que a princípio podem parecer muito difíceis de serem respondidas, mas que merecem uma séria consideração de nossa parte – pelo menos daqueles que realmente desejam santificar o nome mais importante que existe : Não poderia ser este o verdadeiro e correto nome do nosso Grandioso Criador ? Será que nós mesmos não somos os responsáveis por não utilizarmos o Seu verdadeiro nome, por justamente alegarmos erradamente que ninguém jamais poderia conhecer sua pronuncia correta, quando na realidade ela nunca foi esquecida - em harmonia com Suas próprias palavras - pois sempre esteve ali, disponível para quem quer que se interessasse em conhece-la ? Será que este som, "iáurru", presente em tantos nomes bíblicos, cujo significado referem-se ao próprio Criador, e que é produzido pelos mesmos caracteres do tetragrama, é simplesmente uma mera casualidade ou coincidência ? E o que dizer do nome do Messias, cuja correta transliteração parece ser "YAOHÚSHUA" (iwvhy – YAOHU é a Salvação), ao invés de "Jesus", o qual todos nós estamos acostumados a nos referir, e cuja origem é claramente greco/romana e não judaica ? Influem essas diferenças de nomes de alguma maneira na nossa adoração e consequentemente na nossa salvação, ou o nome pelo qual nos dirigimos aos Seres mais importantes do universo não faz nenhuma diferença para Eles ? Antes de responderem a estas perguntas, leiam atentamente, por favor, o livro de Atos 2:21 e Atos 4:12, e depois sim, baseado no que lerem nestes textos, tirem suas próprias conclusões.
                                      
Para maiores informações acerca deste e de outros assuntos bíblicos consulte :


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

MATEUS 28:19 FOI MUDADO MALDÓSAMENTE.


Mateus 28: 19

 (Mateus 28:19)-    Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;

Primeira falha: Os apóstolos não seguiram a ordem de Yahushua, pois batizavam somente em nome de Yahushua, confira os versículos no estudo sobre o Batismo.

Será realmente que os discípulos desobedeceram aYahushua batizando cerca de 3.000 pessoas (apenas dez dias depois desta ORDEM) somente em nome de Yahushua como relata o livro de Atos?

             Neste livro Eusébio fala da mudança que ouve no verciculo de Mat28:19
Acima a capa e contra capa do livro História Eclesiástica escrito por Eusébio.
Abaixo as paginas 82 e 83 onde ele menciona o texto de Mateus 28:19 sem a inclusão da formula batismal trinitariana.  
Veja a seguir, o que o livro “O Judaísmo e as Origens do Cristianismo”, revela, sobre este verso ou       palavras, que parecem não foram ouvidas e nem compreendidas por todos os discípulos e apóstolos deYahushua; tendo em mente o fato de sabermos que nenhum deles pôs em prática essa suposta e expressa ordem do Mestre. De fato, não há nenhum relato ou testemunho transcrito, nenhum outro registro de batismo nas Escrituras, onde esta fórmula trinitariana de batismo tenha sido colocada em pratica por algum dos discípulos ou dos apóstolos do Onipotente Mestre, Filho do Altíssimo; nosso Salvador e   redentor da terra.
Neste livro o autor nos informa, que a citação da formula batismal trinitariana, não consta em nenhum dos escritos de Eusébio, um dos pais da primitiva igreja cristã, pelo menos no período anterior ao Concílio de Nicéia.

O que consta nos escritos de Eusébio sobre o texto de Mateus 28:19-20 antes do Concílio de Nicéia é o seguinte: “Ide e tornai todas as nações discípulas em meu nome, ensinando-as a observar tudo o que vos ordenei”.

O Concílio de Nicéia, em 325 DC; foi o primeiro onde se discutiu a natureza divina - humana de Yahushua. Quase todos os cristãos sabem, que neste período da igreja, homens doutos já haviam introduzido vários ensinamentos espúrios a verdadeira fé, como por exemplo: O domingo em lugar do sábado, à veneração de imagens e etc.

Na figura baixo está o relato sobre o comentário acima, onde nos é informado que Eusébio não cita Mat. 28:19, em nenhum dos seus escritos anteriores ao Concílio de Nicéia, pelo menos da mesma forma como a que lemos hoje em nossas bíblias. Isso parece mostrar que Eusébio desconhecia a citação de Mat. 28: 19; na forma como ela aparece hoje nas escrituras e é aceita e citada por quase todos os cristãos, como base doutrinaria, da fé no “deus triuno”, em lugar da fé no “Criador Único e Verdadeiro” apresentado pela Bíblia.   
Veja o que diz o catecismo católico abaixo:
                      
Veja a Tradução da página 164 abaixo:
Em Cristo - A Bíblia nos diz que os Cristãos eram batizados em Cristo. (n°6) Eles pertencem a Cristo. Em Atos dos Apóstolos (2:36; 8:16; 10:48; 19:5) nos diz: "batizando em nome de Yahushua". [pessoa] - uma melhor tradução seria: para o nome de Yahushua.”[pessoa]  Somente no 4° Século a fórmula "Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo" tornou-se uma prática.
Veja a Tradução do 1º texto da página 166:
Em adição, nós vimos como a igreja primitiva batizava: Primeiro o anúncio do Evangelho conseqüentemente Fé e o ato com o qual era selado em forma perfeita com o batismo “em nome [pessoa] de Yahushua”.  Surge o que nós chamamos de Cristãos, que significa gente relacionada de especial forma com Cristo. Mais tarde, "no nome de Jesus" foi elaborado e tornou-se "no nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.
O que diz a Bíblia de Jerusalém  
A Bíblia de Jerusalém, uma das principais Bíblias impressa pela igreja Católica, no seu comentário de rodapé, sobre Mateus 28:19 diz o seguinte: “É possível que, em sua forma precisa, essa fórmula reflita a influência do uso litúrgico posteriormente fixado na comunidade primitiva. Sabe-se que o livro dos Atos fala em batizar “no nome deYahushua(Conforme Atos 1:5; 2:38). Mais tarde deve ter-se estabelecido a associação do batizado às três pessoas da Trindade”.
E as enciclopédias o que dizem, veja abaixo:
ENCICLOPEDIA BRITÂNICA, 11a Edição, Vol. 3  Pg 365-366, "A fórmula batismal foi mudada do nome de Yahushua para as palavras Pai, Filho e Espírito Santo pela Igreja Católica no 2º Século. "  Volume 3 pág. 82  "Sempre nas fontes antigas menciona que o batismo era em Nome de Yahushua."
ENCICLOPEDIA DA RELIGIÃO - CANNEY, pg 53 -- "A religião primitiva sempre batizava em Nome do Yahushua até o desenvolvimento de doutrina da trindade no 2° Século."
ENCICLOPÉDIA CATÓLICA DE 1913, Vol. 2, pg 365, “Aqui o Católico reconhece que o batismo foi mudado pela Igreja Católica”.
ENCICLOPÉDIA DA RELIGIÃO - HASTINGS, Vol. 2 pg 377-378-389. "O batismo cristão era administrado usando o nome de Yahushua. O uso da fórmula trinitariana de nenhuma forma foi sugerida pela história da igreja primitiva; o batismo foi sempre em NOME de Yahushua até o tempo do mártir Justino quando a fórmula da trindade foi usada”. Na página Hastings comentando Atos 3:28, diz: "NOME é o antigo sinónimo de pessoa. Pagamento foi sempre feito em nome de alguma pessoa, referindo-se a propriedade. Portanto alguém batizado em nome de Jesus torna-se sua propriedade pessoal”. 
Nova Enciclopédia Internacional, Vol. 22 pg 477,    "O termo ‘trindade’ se originou com Tertuliano, padre da Igreja Católica Romana”.
ENCICLOPÉDIA DE RELIGIÃO E ÉTICA, James Hastings, pg.384."Não existe evidência [na história da igreja primitiva] do uso dos três nomes."Rev. Steve Winter ATOS 4:12 "E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos."
Enciclopédia Barsa, 1998, vol. 15, pág. 214. – A palavra trindade não aparece no novo testamento, nem Jesus e seus seguidores pensaram em contradizer o velho testamento que diz: Ouve, Israel, o senhor nosso Deus é o único Senhor (Dt 6: 4).
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Analisando 1º João 5: 7
1º João 5: 7 Na Bíblia Almeida Revista e Atualizada:
(1º João 5:7 e 8) Pois há três que dão testemunho [no céu: o Pai, a Palavra e o Espírito Santo; e estes três são um.   E três são os que testificam na terra]: o Espírito, a água e o sangue, e os três são unânimes num só propósito”. 
Note que o texto: [no céu: o Pai, a Palavra e o Espírito Santo; e estes três são um.  E três são os que testificam na terra], está entre colchetes porque será?
Na nota de rodapé desta Bíblia está a resposta, lemos o seguinte:
f: 5:7-8: O texto entre colchetes não aparece em diversos manuscritos.  
1º João 5: 7 Na Bíblia Evangélica, da Sociedade Bíblica Internacional Lemos o Seguinte:  
(1 João 5: 7 ) "Há três que dão testemunho: o espírito, a água e o sangue; e os três são unânimes”.
Note que nesta Bíblia evangélica, apesar de seus autores acreditarem na doutrina Católica da Trindade, não houve o acréscimo do texto: [no céu: o Pai, a Palavra e o Espírito Santo; e estes três são um.   E três são os que testificam na terra] e sim o texto original.  
A Nota de rodapé a partir do “S” diz o seguinte:
Veja o acréscimo não é encontrado em nenhum manuscrito grego anterior ao século doze.
1º João 5: 7 Na Bíblia de Jerusalém, QUE É CATÓLICA.
(I João 5: 7) Porque três são os que testemunham: o Espírito, a água e o sangue, e os três tendem ao mesmo fim.
A nota de roda pé diz o seguinte:

I João 5: 7 quer dizer o seguinte:
(I João 5: 7) Porque três são os que testemunham: o Espírito, a água e o sangue, e os três tendem ao mesmo fim.
- O sangue reporta ao sistema sacrifical, e representa o sangue deYahushua;
- A água representa o batismo;
- O Espírito é o próprio Espírito do Criador.
Ademais, o próprio contexto de I João 5:7, 8 é o "tríplice testemunho de Yahushua".
CONCLUSÃO
Mateus 28:19 e 1ºJoão 5: 7, os dois principais versículos usados para defender a doutrina da Trindade são adulterados.
(EXAMINAI TUDO RETER O BEM )